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O QUE É DRUIDISMO ?

 "Deixemos de lado os argumentos morais, complicados e subjetivos, e passemos aos assuntos objetivos e coerentes de nossa linha lógica de pensar que tão bem nos diferem...".

MAGO Flavio Lins – Diretor da Magus Magnus Magister

Os Druidas formavam um grupo seleto de pesquisadores e buscadores da Verdade que se reuniam não em bosques, em baixo de árvores, ou dentro de cavernas escuras, úmidas e frias, como querem algumas mentes pouco inteligentes e muito imaginativas. 

O grande problema é que aqueles que geralmente dizem "conhecer" o ensinamento druídico não se deram ao trabalho de pesquisar a fundo as obras que foram escritas a respeito deles, na verdade, não estamos falando de uns povos imaginários ou lendários, que viveu em uma terra mística ou lendária, mas de um grupo real, documentado e contemporâneo aos primeiros historiadores, que os viram, tocaram e falaram com eles, portanto é muito mais difícil que inventar, por isso é muito raro encontrar obras sérias contendo as suas histórias, lendas e rituais secretos. 

Os Druidas se reuniam em Colégios onde desenvolviam e preservavam conhecimentos que herdaram de uma raça anterior a nossa e muito mais avançada, que possuíam o controle total do que hoje chamamos infantilmente de Energia Telúrica, e preservado pelos orientais com o nome de Feng Shui, além de compreender o poder dos elementos, e teria dito Aristóteles, mentor de Alexandre, o Grande: - "Se pudesse escolher meus exércitos eles seriam as pedras, os ventos, o fogo os mares..." 

E eles dominavam claramente estas forças da natureza não por aprendizado próprio, mas por herança, e isto não é lenda, os romanos e gregos registraram seu poder. Caius Julius Caesar, ou Júlio César se deu ao trabalho de registrar a história de sua guerra para conquistar a Gália (Portugal, Espanha, França, Holanda; norte da Itália, Romênia) e Bretanha (Inglaterra, Irlanda, Escócia), em sua obra Comentários, nela ele conta que após várias derrotas em suas batalhas, percebeu que havia os Druidas guerreiros, onde o termo druidesa não cabe, já que após um rito específico haveria a perda de polaridade, então seria o Druida ou a Druida, e entre estes estrategistas havia mulheres, que oficiavam ritos, conheciam e controlavam as RUNAS, guerreavam e comandavam tribos; como é o caso de Beodica, que além de rainha, era Druida, e de Morgana, que chegaram ao cargo de Merlin da Bretanha, em circunstâncias especiais, estes foram os estopins para a guerra entre o Império Romano expansionista patriarcal e a Céltica, um exemplo de sufragio universal e igualdade de sexos, e que se expande através do conhecimento, da ordem e justiça social, como veremos, pois isso é dito não por fantasia, ou outras formas fantásticas de informações comuns hoje em dia, mas de registros históricos públicos e testemunhas. Em primeiro lugar as diferenças os povos celtas eram os habitantes das áreas acima mencionadas mais a região Nórdica (Islândia, Noruega, Dinamarca, Finlândia e Suécia), eram segundo os romanos um povo guerreiro por natureza e segundo os gregos eles não possuíam escravos, fato impar naquela época e não havia analfabetos, por que?

Por causa dos Druidas que eram os membros do Colégio, que eram Juizes, engenheiros, médicos professores generais etc...

O problema maior para os romanos foi o grau de sigilo da Ordem, e como eles conseguiam derrotar as legiões romanas? César registrou:

"... E existe um grupo de Druidas que observavam e comandavam a batalha, então um grupo especial tinha a missão de matá-los, mas ao se aproximar para golpear, eles olhavam nos olhos do agressor e não diziam nada e caiam no chão sem reagir e sem expressar qualquer medo perante a morte, pois possuíam a concepção de que se encontrariam em outra vida...", tal era a certeza da reencarnação e em um conceito mais avançado conhecido como metempsicose. As Druidas deram trabalho aos romanos, pois além de guerreiras, que deram fama as Amazonas, que é um outro ramo de guerreiras-sacerdote, após a vitória Romana, criaram os Covens, e fizeram um ramo secreto desconhecido que através dos tempos tem atuado em eventos da História, como por exemplo na Segunda Grande Guerra sob o codinome Jackdown, e não estes grupos de desequilibradas que não entram em igrejas e tem medo de água benta e, aliás, basta ver o filme real e sem fantasias "As Bruxas de Salem", que mostra que estas paranóicas nada têm a ver com as heroínas seguidoras da verdadeira Força de Polaridade Negativa. E são consideradas heroínas, em segredo, e um dos motivos seria o seguinte: na Segunda Guerra elas ajudaram a impedir a invasão da Inglaterra pelos alemães, os fatos narrados pertencem a arquivos não oficiais: "... 

E então elas se reuniram com sua rainha em sua ilha..., localizada na Inglaterra e nas vésperas da ofensiva contra a grande Ilha, como elas a chamam, formaram um círculo com o número necessário de irmãs, e durante treze dias formaram uma força conhecida como Egrégora através do cântico, cada uma não podendo largar a mão da outra, sem poder sair do círculo, para nada, as mais idosas e as menos capazes, caíam uma a uma e à medida que o círculo abria, elas imediatamente davam as mãos para fechar, e uma disse: Perdemos muitas irmãs naqueles dias, mas continuaremos sempre a necessidade assim o exigir...". 

Uma formula Druida de limpeza de ambiente que não põe em perigo quem o faz, sem qualquer conhecimento ou verdadeira iniciação, é a seguinte: Para os casos de fraquezas, desânimos, depressões, choro, pesadelos:

Pegue oito espinhos de rosas vermelhas e os coloque dentro de seu perfume, então o borrife nos lugares que você queira purificar e atrair superiores presenças equilibradoras.

A formula falada é:

Um espinho quando espeta
Surpreende quem não sabia,
Ele não só provoca dor,
Ele também conduz a magia
E em nome dessa magia
Eu digo ao espinho:
- "que assim seja";
E assim se faça "".

Esta é a fórmula falada para estes casos, mas porque o espinho?

E porque deve ser o perfume de seu uso pessoal?

Será que cada essência de magia possui uma formula falada diferente?

Entre os outros casos, a magia possui uma função dentro de um contexto, não é apenas exaltação de Ego de pessoas que não tem o que fazer, pois é na hora da necessidade que sabemos se este Conhecimento existe ou não.
 

 

 

 

 

                 



  


O Mistério da Biblioteca de Alexandria. 


  A destruição da grande biblioteca de Alexandria foi completada pelos árabes em 646 da era cristã. Mas essa destruição fora precedida de outras, e o furor com que essa fantástica coleção de saber foi aniquilada é um mistério que permanece até hoje, os fatos narrados nesta coluna se baseiam em uma ampla pesquisa ligada à existência de uma Ordem Secreta, cujo um dos objetivos é manter a humanidade fora de seu direito de conhecer sua real origem, e seus membros são conhecidos como Os Homens de Negro. 

 A biblioteca de Alexandria parece ter sido fundada por Ptolomeu I ou por Ptolomeu II, sendo que com certeza era um oficial de Alexandre, o grande, que após a sua morte se proclamou-se faraó do Egito, dando origem a Dinastia Ptolomaica que durou de 323 a 30 A.C. A cidade foi fundada, como seu próprio nome diz, por Alexandre, o Grande, entre 331 e 330 a.C. E passaram-se quase mil anos antes da biblioteca ser destruída. 
Alexandria foi, talvez, a primeira cidade do mundo totalmente construída em pedra, sem que se utilizasse nenhuma madeira. A biblioteca compreendia dez grandes salas, e quartos separados para os consultantes e pesquisadores, sabe-se através de documentos secretos que foi a partir de sua construção que uma Ordem Secreta foi organizada e estruturada conhecida como Os Bibliotecários, os guardiões do saber ocidental, acredita-se que havia um intercâmbio cultural com diversas Escolas de Mistérios, entre elas, a dos Druidas. 

  Discute-se, ainda, a data de sua fundação e o nome de seu fundador, mas o verdadeiro fundador, no sentido de organizador e criador da biblioteca, e não simplesmente do Faraó que reinava no tempo de seu surgimento, parece ter sido um personagem de nome Demétrios de Phalère. 
 Desde o começo, ele agrupou setecentos mil livros e continuou aumentando sempre esse número. Os livros eram comprados às custas do tesouro do Faraó. 
  
 Esse Demétrios de Phalère, nascido entre 354 e 348 a.C., parece ter conhecido Aristóteles. Segundo consta sua primeira aparição ocorreu em 324 a.C. como orador público, em 317 foi eleito governador de Atenas e governou-a durante dez anos, de 317 a 307 a.C, como legislador impôs um certo número de leis, notadamente uma, a de redução do luxo nos funerais.  
 Depois foi banido de seu governo e partiu para Tebas, onde escreveu um grande número de obras, uma com título estranho: SOBRE O FEIXE DE LUZ NO CÉU, que é, provavelmente, a primeira obra relatando sobre os discos voadores.

 Em 297 a.C., o faraó Ptolomeu convenceu Demétrios a instalar-se em Alexandria. Reza a lenda que fundou então, a biblioteca. Ptolomeu I morreu em 283 a.C. e seu filho Ptolomeu II exilou Demétrios em Busiris, no Egito, onde foi mordido por uma serpente venenosa e morreu.  
Demétrios tornou-se célebre no Egito como mecenas das ciências e das artes, em nome do Rei Ptolomeu I. Ptolomeu II continuou a interessar-se pela biblioteca e pelas ciências, sobretudo pela zoologia. Nomeou como bibliotecário, Zenodotus de Éfeso, nascido em 327 a.C., e do qual ignoram-se as circunstâncias e data da morte. Depois disso, uma sucessão de bibliotecários, através dos séculos, aumentou a biblioteca, acumulando pergaminhos, papiros, gravuras e mesmo livros impressos, se formos crer em certas tradições.  

 A biblioteca continha portanto documentos inestimáveis. Colecionou, igualmente, documentos dos inimigos, notadamente os de Roma. Sabe-se que um bibliotecário se opôs, violentamente, à primeira pilhagem da biblioteca por Júlio César, no ano 47 a.C., mas a História não tem seu nome.  
O que é certo é que já na época de Júlio César a biblioteca de Alexandria tinha a reputação corrente de guardar livros secretos que davam poder praticamente ilimitado.  

 Quando Júlio César chegou a Alexandria, sob o pretexto de prender Marco Antônio e Cleópatra, a biblioteca tinha pelo menos setecentos mil manuscritos. Quais eram? e por que se começou a temer alguns deles?  Os documentos que sobreviveram dão-nos uma idéias precisa. Haviam livros em grego. Evidentemente toda essa parte que nos falta da literatura grega clássica. Mas entre esses manuscritos não deveria aparentemente haver nada de perigoso.   Ao contrário, o conjunto de obras de Bérose é que poderia interessar. Sacerdote babilônico refugiado na Grécia, Bérose nos deixou o relato de um encontro com extraterrestres: os misteriosos Apkallus, seres semelhantes a peixes, vivendo em escafandros, e que teriam trazido aos homens os primeiros conhecimentos científicos. 

 Bérose viveu no tempo de Alexandre, o Grande, até a época de Ptolomeu I e foi sacerdote de Bel-Marduk na Babilônia. Era historiador, astrólogo e astrônomo. Inventou o relógio de sol semicircular. Fez uma teoria dos conflitos entre os raios do Sol e da Lua que antecipa os trabalhos mais modernos sobre a interferência da luz. Podemos fixar as datas de sua vida em 356 a.C. nascimento e 261, sua morte. Uma lenda contemporânea diz que a famosa Sybila, que profetizava, era sua filha. 

 A História do Mundo de Bérose, que descrevia seus primeiros contatos com os extraterrestres, foi perdida. Restam alguns fragmentos, mas a totalidade desta obra estava em Alexandria. Nela estavam todos os ensinamentos dos extraterrestres.  Encontrava-se em Alexandria, também, o obra completa de Manethon. Este, sacerdote e historiador egípcio, contemporâneo de Ptolomeu I e II, conhecera todos os segredos do Egito. Seu nome mesmo pode ser interpretado como “o amado de Toth” ou “detentor da verdade de Toth”.  
Era o homem que sabia tudo sobre o Egito, lia os hieróglifos, e tinha contato com os últimos sacerdotes egípcios. Teria ele mesmo escrito oito livros, e reuniu quarenta rolos de pergaminho, em Alexandria, que continham todos os segredos egípcios, e provavelmente o Livro de Toth. Se tal coleção tivesse sido conservada, saberíamos, quem sabe, tudo o que seria preciso saber sobre os segredos do Egito. Foi exatamente isto que se quis impedir. 
  
 A biblioteca de Alexandria continha igualmente obras de um historiador fenícios, Mochus, ao qual se atribui a invenção de teoria atômica, ela continha, ainda, manuscritos indianos extraordinariamente raros e preciosos. 
  
 De todos esses manuscritos não resta nenhum traço. Conhecemos o número total dos rolos quando a destruição começou: quinhentos e trinta e dois mil e oitocentos. Sabemos que existia uma seção que se poderia batizar de “Ciências Matemáticas” e outra de “Ciências Naturais”. Um Catálogo Geral igualmente existia, mas também foi destruído, teoricamente.  Foi Júlio César quem inaugurou essas destruições e levou um certo número de livros, queimou uma parte e guardou o resto.  

 Uma incerteza persistia ainda em nossos dias sobre esse episódio, e 2.000 anos depois da sua morte, Júlio César tem ainda partidários e adversários. 
Seus partidários dizem que ele jamais queimou livros na própria biblioteca; aliás, um certo número de livros prontos a ser embarcados para Roma, foram queimados num dos depósitos do cais do porto de Alexandria, mas não foram os romanos que lhes atearam fogo e ao contrário, certos adversários de César dizem que grande número de livros foi deliberadamente destruído. 

 A estimativa do total varia de 40.000 a 70.000. Uma tese intermediária afirma que as chamas provenientes de um bairro onde havia uma luta contra os invasores chegaram a biblioteca e destruíram-na acidentalmente. 
  
Parece certo, em todo caso, que tal destruição não foi total. Os adversários e os partidários de César não dão referências precisas, os contemporâneos nada dizem, e os escritos mais próximos do acontecimento lhe são posteriores de dois séculos.   César mesmo em suas obras, nada disse. Parece que ele se “apoderou” de certos livros que lhe pareciam especialmente interessantes.   

 A maior parte dos especialistas em história egípcia pensa que o edifício da biblioteca deveria ser de grandes dimensões para conter setecentos mil volumes, salas de trabalho, gabinetes particulares, e que um monumento de tal importância não pôde ser totalmente destruído por um princípio de incêndio. É possível que o incêndio tenha consumido estoques de trigo, assim como rolos de papiro virgem. Não é certo que tenha devastado grande parte da biblioteca, não é certo que ela tenha sido totalmente aniquilada. É certo, porém, que uma quantidade de livros considerados particularmente perigosos, desapareceu.   A ofensiva seguinte, a mais séria contra a biblioteca, parece ter sido feita pela Imperatriz Zenóbia. Ainda desta vez a destruição não foi total, mas livros importantes desapareceram. Conhecemos a razão da ofensiva que lançou depois dela o Imperador Diocleciano (284-305 d.C.). Documentos contemporâneos estão de acordo a este respeito.  

 Diocleciano quis destruir todas as obras que davam os segredos de fabricação do ouro e da prata, isto é, todas as obras de alquimia. Ele pensava que se os egípcios pudessem fabricar à vontade o ouro e a prata, obteriam assim meios para levantar um exército e combater o Império. Diocleciano, mesmo filho de escravos, foi proclamado imperador em 17 de setembro de 284. Era, ao que tudo indica, era um perseguidor nato de todas as Ordens em seu tempo e o último decreto que assinou antes de sua abdicação, em maio de 305, ordenava a destruição do cristianismo. Diocleciano foi de encontro a uma poderosa revolta do Egito, e começou em julho de 295 o cerco a Alexandria e que tomou a cidade, e nessa ocasião houve massacres inomináveis da população. Entretanto, segundo a lenda, o cavalo de  

 Diocleciano deu um passo em falso ao entrar na cidade conquistada, e Diocleciano interpretou tal acontecimento como mensagem dos deuses que lhe mandavam poupar a cidade.  A tomada de Alexandria foi seguida de pilhagens sucessivas que visavam acabar com os manuscritos de alquimia. E todos os manuscritos encontrados foram destruídos, eles continham, ao que parece, as chaves essenciais da alquimia que nos faltam para a compreensão dessa ciência, principalmente agora que sabemos que as tramitações metálicas são possíveis.  Não possuímos a lista dos manuscritos destruídos, mas a lenda conta que alguns dentre eles eram obras de Pitágoras, de Salomão ou do próprio Hermes. É evidente que isto deve ser tomado com relativa confiança. 
  
 Seja como for, documentos indispensáveis davam a chave da alquimia e estão perdidos para sempre: Mas a biblioteca continuou. Apesar de todas as destruições sistemáticas que sofreu, ela continuou sua obra até que os árabes a destruíssem completamente.  E se os árabes o fizeram, sabiam por que o faziam. Já haviam destruído, no próprio Islão, assim como na Pérsia grande número de livros secretos de magia, de alquimia e de astrologia.  A palavra de ordem dos conquistadores era “não há necessidade de outros livros, senão o Livro”, isto é o Alcorão. Assim, a destruição de 646 d.C. visava não propriamente os livros malditos, mas todos os livros. 
  
O historiador muçulmano Abd al-Latif (1160-1231) escreveu: “A biblioteca de Alexandria foi aniquilada pelas chamas por Amr Ibn-el-As, agindo sob as ordens de Omar, o vencedor”. Esse Omar se opunha aliás a que se escrevessem livros muçulmanos, seguindo sempre o princípio: “o livro de Deus é-nos suficiente”. Era um muçulmano recém-convertido, fanático, odiava os livros e destrui-os muitas vezes porque não falavam do profeta.  É natural que terminasse a obra começada por Júlio César, continuada por Diocleciano e outros. 
  
Se documentos sobreviveram a esses autos-de-fé, foram cuidadosamente guardados desde 646 d.C. e não mais reapareceram. E se certos grupos secretos possuem atualmente manuscritos provenientes de Alexandria, dissimulam isto muito bem.  Em 1692 foi nomeado para o Cairo um cônsul francês chamado Mailett. Ele assinalou que Alexandria é uma cidade praticamente vazia e sem vida. Os raros habitantes, que são sobretudo ladrões, e se encerram em seus esconderijos. As ruínas das construções estão abandonadas. Parece provável que, se livros sobreviveram ao incêndio de 646, não estavam em Alexandria naquela época; e supostamente a foram retirados por uma Ordem desconhecida. A partir daí tudo são hipóteses. Fiquemos nesse plano que nos interessa, isto é, o dos livros secretos que dizem respeito às civilizações desaparecidas, alquimia, à magia ou às técnicas que não mais conhecemos. Deixaremos de lado os clássicos gregos, cuja desaparição é evidentemente lamentável, mas escapa a nosso assunto. 
Voltemos ao Egito. 

 Se um exemplar do Livro de Toth existiu em Alexandria, César apoderou-se dele como fonte possível de poder. Mas o Livro de Toth não era certamente o único documento egípcio em Alexandria. Todos os enigmas que se colocam ainda sobre o Egito teriam, talvez, solução, se tantos documentos egípcios não tivessem sido destruídos.  E entre esses documentos, eram particularmente visados e deveriam ser destruídos, no original e nas cópias, depois os resumos: aqueles que descreviam a civilização que precedeu o Egito conhecido e deu origem as Escolas de Mistérios.  É possível que alguns traços subsistiam, mas o essencial desapareceu, e essa destruição foi tão completa e profunda que os arqueólogos racionalistas querem agora, que se possa seguir a história do Egito, desde seu inexplicável desenvolvimento da civilização do neolítico até as grandes dinastias, sem que nada venha a provar a existência de uma civilização anterior mais avançada.
  
  Assim também a História, a ciência e a situação geográfica dessa civilização anterior nos são totalmente desconhecidas.  Formulou-se a hipótese que se tratava de civilização de Negros. 

 Nessas condições, as origens do Egito deveriam ser procuradas na África. Talvez tenham desaparecido em Alexandria, registros, papiros ou livros provenientes dessa civilização desaparecida; outra corrente acredita que os chamados Reis Divinos fossem os últimos atlantes, já que o primeiro Faraó humano foi Manés, fundador da primeira dinastia. 

 Foram igualmente destruídos tratados de alquimia, os mais detalhados, aqueles que permitiram, realmente, obter a transmutação dos elementos. foram destruídas obras de magia. foram destruídas provas do encontro com extraterrestres do qual Bérose falou, citando os Apkallus.





                       


                                      MESTRE APÔLONIO DE TYANA:  

                                      ELE RESSUCITOU OS MORTOS? 

  Apolônio de Tyana é um dos poucos Mestres da Humanidade que realmente existiram e de que dispomos de provas históricas de sua existência. Apareceu pela primeira vez por volta do início do primeiro século (ano 1 a 100 DC) em Tyana, na Capadócia, atual Turquia, na época este território pertencia à Grécia. Aos dezesseis anos de idade tornou-se um rígido discípulo da Ordem dos Pitagóricos, cujo fundador foi Pitágoras e era uma Ordem Secreta em Samos, na Magna Grécia, atual sul da Itália, sendo uma das poucas regras que sabemos com certeza desta Ordem é o voto de morte por traição, como foi o caso de um irmão que iria revelar o segredo do zero, aparentemente uma revelação inocente, mas para aqueles que sabem o real valor dessa informação entendem os motivos de Pitágoras.
 
Abandonou o uso de calçados e deixou crescer o cabelo e a barba, vestindo-se exclusivamente com roupas de linho. Logo se tornou um reformista e fixou residência em um templo de Esculápio, o organizador da medicina moderna, onde Hipócrates estudou, e tornou – se o pai da medicina moderna, e criador do juramento médico, juramento que é o único que existe a palavra Iniciado, neste templo muitas pessoas doentes refugiavam-se para serem curadas por Apolônio de Tyana.

 Ao alcançar a maioridade, deu parte do seu patrimônio ao irmão mais velho, outra parte distribuiu entre os parentes pobres, reservando para si apenas uma pequena parte, apesar de ser uma pequena fortuna era menos que alguns outros que foram mestres o qual disseram que era pobre, mais seus discípulos eram ricos e ele mesmo era de descendência real, fato que a Igreja procura ocultar. Durante seis anos viveu sem pronunciar palavra e, apesar disso, durante o seu silêncio acalmou diversas revoltas populares na Sicília. Destas, a mais difícil de acalmar foi a de Aspenda, porque a tarefa era trazer à razão pessoas levadas à revolta pela fome. A causa deste tumulto foi o monopólio de todo o cereal efetuado por alguns homens ricos, ocasionando uma extraordinária escassez na cidade. Sem proferir uma palavra à multidão enraivecida, o Mestre Apolônio pôs fim ao tumulto popular. Ele não necessitava de palavras. 
 
 Seu Silêncio Pitagórico produzia os mesmos efeitos que a mais eficiente oratória. Viajava muito, considerava-se um legislador. Entendia todas as línguas sem nunca tê-las aprendido. Possuía a surpreendente faculdade de saber tudo o que sucedia a uma imensa distância; e quando o Imperador Domiciano foi apunhalado, Mestre Apolônio, que se encontrava na praça do mercado de sua cidade, a uma imensa distância da ocorrência, exclamou: “Golpeai! Golpeai! Está feito, o tirano não mais existe". 

 O Mestre Apolônio entendia a linguagem dos pássaros (hierógrifos egípcios), não condenava a dança e outras diversões desse tipo, recomendava a caridade e a piedade, e viajou por quase todos os países do mundo enterrando objetos ditos mágicos e visitando os Cofres do Tempo, onde estão guardados todos os tesouros místicos da humanidade, contam que em um está a excalibur, a espada druida de Arthur, em outro o Santo Graal. Segundo algumas Ordens ele esteve no Brasil com seus discípulos e visitou um Cofre do Tempo que existe aqui, e segundo a lenda uma expedição fenícia o trouxe, já que Damis era um Arquidruida (Formador de Druidas da Gália, na Inglaterra, Irlanda e Escócia eram chamados de Merlins), e estes eram aliados dos fenícios e ambos dos Hebreus, já que foram os celtas e fenícios que ajudaram na construção do Templo de Salomão, assim como alguns outros aliados que mais tarde foram considerados demônios como Asmodeus, o Senhor da Luxúria. 

 Sua vida foi toda relatada por Flavius Filostrato, em sua obra APOLÔNIO DE TYANA, alguns afirmam que este personagem é o codinome de Damis, seu discípulo eleito, que segundo a lenda ainda está entre nós, dizem que ele era um Arquidruida que decidiu seguir o Mestre Apolônio, após se conhecerem na Pérsia (atual Irã e Iraque), onde Damis estava, digamos, esperando o Conselho dos Anciões (Aqueles que julgavam os Merlins e Arquidruidas) o perdoar, assim como outros através dos tempos, mas como eles alcançaram a imortalidade?  
 Segundo uma lenda famosa nos Círculos Iniciáticos, Mestre Apolônio teria encontrado o Livro de Toth (tema de futura reportagem), este livro possuía o segredo de reencarnar com as memórias ativadas (mentempsicose), o mesmo princípio dos druidas e tibetanos, dava o poder sobre a vida e a morte, e etc..., mas esta obra contém tantos fatos fabulosos que não tenciono introduzi-los aqui.   
 Muitos compararam precipitadamente os milagres deste Mestre com os do Cristo, traçando paralelos entre eles, apesar de muitos milagres atribuídos a Jesus, são de Mestre Apolônio,alguns segmentos afirmam erradamente que ele era a reencarnação de Jesus

 Não se pode negar que este filósofo recebeu grandes honrarias, tanto em vida em vida quanto após seu desaparecimento e, mesmo depois do paganismo, e com o domínio da Igreja que até hoje tenta sumir com as provas de sua existência, sua reputação preservou-se durante muito tempo, inclusive entre os árabes que o consideravam um Mestre em Alquimia. Escreveu quatro livros sobre Astrologia Judiciária e um tratado sobre Magia Ritualística, ensinando o caminho do Iniciado, como fazer iniciações e invocar os Senhores dos Elementos, falar com os Anjos e etc... Conta-se uma lenda da seguinte forma: “...que o Imperador Aureliano (tornou-se Imperador de 270 a 285 DC) resolvera demolir a cidade de Tyana, tornando pública sua intenção, mas o Mestre Apolônio de Tyana, de grande renome e autoridade, um fiel amigo dos deuses, e ele mesmo venerado como uma divindade, apareceu-lhe em sua forma mortal quando aquele se retirava para sua tenda, dirigindo-lhe as seguintes palavras: “Aureliano, se desejas a vitória, não penses mais na destruição dos meus concidadãos! Aureliano, se desejas reinar, abstém‑te do sangue dos inocentes! Aureliano, se desejas conquistar, sê misericordioso!” Aureliano, reconhecendo a aparição deste velho Mestre por ter visto sua imagem em vários templos, jurou erguer um templo e estátuas dedicadas a ele, alterando assim sua resolução em saquear Tyana”. 

 Recebemos este relato de homens confiáveis, e encontramo-lo em livros. Ele restituía a vida aos mortos, e por esse motivo foi expulso de Roma pelo Imperador Nero (54 a 65 DC), fazia e dizia muitas coisas além do alcance humano, as quais podem ser encontradas nos muitos relatos nas histórias gregas e árabes de sua vida. Os habitantes de Tyana construíram um templo para o Mestre Apolônio, após seu desaparecimento, que aconteceu quando julgado sem justiça foi condenado a morte sendo atirado aos cães selvagens, e neste momento Ele desapareceu perante toda uma multidão que testemunhou o fato. 

 Sua estátua foi erigida em vários templos, após o fato. O Imperador Romano Adriano (reinou de 121 a 174 DC) reuniu todos os escritos de Apolônio que conseguiu encontrar, guardando‑os com cuidado no seu magnífico palácio em Âncio, junto com um pequeno livro valioso de seu filósofo sobre o Oráculo de Trophoninus

 Este pequeno livro foi visto em Âncio na época em que Flavius Filostrato viveu. Nenhum atrativo conseguiu tornar esta pequena cidade tão famosa como este valioso e extraordinário livro de Mestre Apolônio. Conta‑se que um sábio príncipe indiano, um hábil mago, fez sete anéis dos sete planetas e deu‑os a Apolônio. Ele passou a usá‑los, um a cada dia da semana, os quais lhe propiciaram boa saúde e o vigor da juventude até uma idade bem avançada. Sua vida foi traduzida do grego de Flavius Filostrato para o francês por Blaise de Vigners, com um comentário bem amplo de Artus Thomas, Lorde de Embry, um parisiense. Todos perguntam de onde vem a idéia de que as obras pertencentes às civilizações muito antigas, obras, talvez, de origem interplanetária, se encontram na Índia. 

 A idéia não é nova: foi introduzida no Ocidente pelo Mestre Apolônio de Tiana. Apolônio de Tiana foi estudado notadamente por George Robert Stow Mead (1863-1933), que por acaso foi o último secretário de Madame Blavatsky nos três últimos anos de sua vida. Apolônio de Tiana parece ter realmente existido. 

 Uma biografia dele foi escrita por Flavius Philostratus (175-245 d.C.). Apolônio de Tiana impressionou tanto seus contemporâneos que, hoje ainda, investigadores sérios afirmam que Jesus Cristo jamais existiu, mas que seus ensinamentos provém, na realidade, de Apolônio de Tiana. É uma tese que não existe somente entre os racionalistas e atribui-se a Apolônio poderes sobrenaturais que ele próprio negou com grande energia. 

 Parece, entretanto, ter visto, pela clarividência, o assassinato do Imperador Romano Domiciano, em 18 de setembro do ano 96 d.C. Certamente viajou à Índia. Morreu em idade avançada, depois dos cem anos, provavelmente em Creta.     

 Deixemos de lado as lendas que o envolveram e notadamente aquela que diz que Apolônio de Tiana ainda vive entre nós, inclusive as relações de seus ensinamentos e o cristianismo, mencionarei simplesmente, de passagem, que Voltaire o colocou acima de Jesus Cristo, mas isto foi, sem dúvida, para atacar os cristãos.

 O certo é que Apolônio de Tiana afirmou existir em seu tempo, no século I depois de Cristo, na Índia, extraordinários livros antigos contendo o saber vindo de eras desaparecidas, de um passado muito recuado. Apolônio de Tiana parece ter tido acesso a alguns desses livros, em particular é a ele que devemos na literatura hermética, passagens inteiras dos Upanishads e da Bhagavad Gita. Foi ele, antes de Bailly e Jacolliot, quem lançou essa idéia que não cessa de circular. 

 Seu discípulo Damis fez anotações sobre esses livros, mas como por encanto as notas de Damis desapareceram. O prefaciador da obra de Mead, Leslie Shepard, escreveu em julho de 1965, recentemente portanto, que não estar fora de cogitação o aparecimento das notas de Damis um dia. Seria muito interessante, e antes de tudo, a história dos manuscritos do Mar Morto prova que as reaparições mais curiosas são ainda possíveis. Damis fala, no que nos resta de suas notas, de reuniões secretas das quais era excluído, entre seu Mestre Apolônio e sábios hindus. 

 Descreveu, também, fenômenos de levitação e de produção direta de chamas por um efeito da vontade, sem auxílio de instrumento. Assistiu fenômenos desse gênero, produzidos pelos sábios indianos.

 Estes parecem ter acolhido Apolônio como seu igual e tê-lo ensinado o que jamais teriam ensinado a qualquer ocidental. Existe uma lenda na qual se diz que o Mestre Apolônio de Tiana parece ter visto as Estâncias de Dzyan e parece ter trazido um exemplar ao Ocidente. 


MAGO FLAVIO LINS 

DIRETOR DA MAGUS MAGNUS MAGISTER

























“ESPELHO, ESPELHO MEU”,   

SAI DO ESPAÇO PROFUNDO
   

E VEM DIZER SE HÁ NO MUNDO
   

MULHER MAIS BELA DO QUE EU...”.
  

(Fala da Madrasta no conto “A BRANCA DE NEVE”)   

 Na cena clássica da ora citada, a madrasta, era uma feiticeira que pede conselhos ao espelho, o qual desempenha seu papel de consciência representante do encontro interior, intermediário entre o presente, o passado e o futuro, e conselheiro das soluções de problemas. A figura da madrasta como sendo a pessoa má que substitui a mãe, foi produzida pela Igreja que deturpou na Idade Média a sua real função. 

 A companheira que o pai escolheu por qualquer motivo e para evitar a aceitação do rompimento dos casamentos mal realizados e os de conveniência tão comuns até hoje, este personagem foi incluído na história para estigmatizar a separação e um novo enlace e principalmente o controle do destino das pessoas de fazer escolhas, e que escapa de deus e passa às mãos dos homens. 


 A madrasta é a representação das pessoas independentes, inteligentes e que alcançam seus objetivos, mais uma marca que precisa ser apagada, beleza sem futilidade, inteligência voltada para realização própria.  

 
Os que não aceitam as histórias falsas das criadas que vão se casar com príncipes são até hoje classificados com termos pejorativos de moralidade burguesa, por isso a Igreja criou uma imagem positiva sobre as pessoas que trazem o “bom senso” que crê que arriscando e oferecendo pouco, recebe-se muito, ou seja, nada fazer e tudo receber.Dessa forma vemos como deturpam uma história e mostram uma falsa realidade na solução de problemas sociais. 

 Com direito a fadas madrinhas adulteradas, que dão sapatinhos de cristal - uma analogia aos espelhos mágicos - para que príncipes encantados reconheçam suas donzelas disfarçadas de plebéias. Contudo o que a realidade mostra é que espelhos mágicos foram quebrados e escondidos, os “príncipes encantados” estão pobres, as Cinderelas abandonadas, e os espelhos estão calados - como por acaso no espelho mágico da madrasta da Branca de Neve, que também foi calado.
   

 O Espelho Mágico — A palavra espelho vem do latim Speculum, e deu nome à “especulação”, que originalmente significava: observando as estrelas através do “espelho”; e da palavra “Estela” (SIDUS), que etimologicamente significa olhar o conjunto de estrelas. Essas duas palavras abstratas hoje representam operações intelectuais, mas nasceram do estudo dos astros refletidos no espelho. 

 O que reflete o espelho? Os fatos, a sinceridade, e o conteúdo do coração e da consciência. No panteão indo-budista, o deus YAMA, senhor do reino dos mortos julga as almas através de seu espelho do Karma, pois não há como esconder nada do reflexo do espelho. 
Segundo as lendas contadas nos livros druidas os espelhos mágicos são símbolos lunares e femininos, símbolo da realeza, e representa à união conjugal e o espelho partido a separação.  

 Sendo o número oito sagrados para os druidas, usava-se um espelho octogonal nas casas para poder reconhecer e afastar o mal. 
Este tipo de espelho é intermediário entre o modelo redondo (celeste) e o quadrado (terrestre). 

 O reflexo do homem não lhe é dado apenas pelo bronze polido ou água adormecida; segundo o Arquidruida SELGEN: — “o homem se utiliza o bronze como espelho. O homem se utiliza a Antigüidade como espelho. O homem utiliza o próprio homem como espelho”.
O uso do espelho para adivinhação remonta à Pérsia e Pitágoras, segundo a lenda, tinha um espelho mágico dado pelos Druidas que ele apresentava à face de uma determinada LUA, antes de ver nele o futuro. 

 Como na antiguidade normalmente os espelhos eram de bronze alguns acreditam que esse era o material do espelho que Pitágoras recebeu de seus Mestres, mas alguns acreditam que na realidade ele era feito de obsidiana.


 
No Grau de Mestre em Magia da Magus Magnus Magister, ao olhar no Espelho do Elemento Terra, o Iniciado vê o reflexo de sua Personalidade, e muitas vezes se assustam com a essência de seu interior, pois reflete o Real. Trabalha até que o reflexo da Personalidade seja claro, e este é o Espelho do Elemento Água.

 No Grau de Magus da Magus Magnus Magister, o Iniciado busca não ter reflexo no espelho, é o Espelho de Cristal.
 Para quem quer possuir seu espelho mágico - pessoal e intransferível e que é como sua senha bancária - ninguém pode saber usar além de você e seu Orientador.  

 Para você confeccioná–lo deve tomar os seguintes cuidados:


 
  1 – Procure uma pessoa que conheça o assunto, pois você estará revelando segredos que vão para além dos Plano Físico e Astral;

 
  2 – O espelho deve possuir uma face virgem, e a moldura de sua escolha: terrestre, aquático, ígneo ou celeste, etc...

   3 – Em um quarto escuro sob a luz de uma vela na cor azul índigo, seu reflexo deve ser o primeiro a se projetar sob o Espelho do Elemento de sua preferência;

  4 – Espelhos de previsões e perguntas devem ser guardados envoltos no linho branco e guardados em uma caixa negra;

 
 5 – Estes procedimentos são práticas muito complexas, que requerem maiores detalhes nos seus procedimentos de feitura e guarda do Espelho de Magia.

Lembre-se que a Família Imperial Japonesa guarda o seu Espelho Sagrado em um Santuário Especial, o qual é vedado à presença de pessoas que não são sejam membros da Família Real.

 
 6 – Existem ainda os Espelhos dos Senhores dos Elementos, eles existem para que seja estabelecido contato entre o Mundo dos Elementais e seus escolhidos do Plano Físico.Estes ensinamentos e referências têm o propósito de orientar e esclarecer dúvidas daqueles que estão no Caminho e buscam maiores fontes para completar seus Trabalhos Iniciáticos, e que alcançaram este Conhecimento através de trabalho árduo de pesquisa, e de dedicação à Causa Maior. Não para aqueles que se auto-iniciam, e que sabem muito pouco o muito que têm que saber, e orientam mal e perigosamente àqueles que buscam a Luz do Caminho Real, pois poucos sabem que o único reflexo neste instrumento de tamanha importância de auto conhecimento - até agora despercebido - é o da personalidade e não da alma, e a maioria ainda estão prontas para verem o reflexo de sua Personalidade, quanto menos “ajudar” outros a verem...                                             

 MAGO FLAVIO LINS É MESTRE EM MAGIA E DIRETOR DA MAGUS MAGNUS MAGISTER

 

 

 

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